Poezie
Em guarda, sem guardas
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Mediu
Em guarda, sem guardas
Enquanto aguardo canalhas da esquina
Troco canalhas mais proximos por longínquos
Dificil é năo ter como escolher senăo,
Entre uns e outros.
Resguarda a solidăo de năo precisa-los.
Fazer dos pensamentos arte de guarda.
Postos em face especial de madeira polida,
Transpirar confiante o averso do averso
Da ninguemdade mestiça, postiça,
Conto botões, moedas, sonhos.
Leio meus versos com bocejos de outroras.
Lembrando as crianças que hoje eu vi.
Como quem ouve conselhos de um avô materno.
E durmo em cama de cachimbos de paz.
Amanhă, ao acordar, nunca aguarda-los
Dedinho médio em riste guardado aos bolsos.
E um sorriso de quem é amado.
Antonio Carlos Duques, 08.10.2013
do livro "Cantos de Tuaiá II", do facebook
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- Tip
- Poezie
- Cuvinte
- 120
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Antonio Carlos Duques. “Em guarda, sem guardas.” Atelier, Poezie.ro, https://poezie.ro/atelier/antonio-carlos-duques/poezie/14036739/em-guarda-sem-guardasComentarii (0)
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